domingo, 4 de outubro de 2009
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Deixa-me escrever...
A altura em que estou situada, não demonstra de modo algum insegurança, antes pelo contrário, tenho toda a estabilidade que qualquer mulher pretende. O sentimento mútuo.
Não é em vão, a alteração de rumo com ajuda de certos planos que colocaram um fim definitivo, sendo este.
No entanto, a invalidez das palavras leva ao mais ténue obscuro , a tentação de poder vir a ser um todo completo sem rodeios e lutas constantes, pelas quais apenas não são significativas.
Se entendo tudo? Entendo. Não coloco dúvidas. Mas revolta-me o facto de não conseguir resolver tudo de forma bem bela e redonda.
Amo muito o nosso Amor.
Não é em vão, a alteração de rumo com ajuda de certos planos que colocaram um fim definitivo, sendo este.
No entanto, a invalidez das palavras leva ao mais ténue obscuro , a tentação de poder vir a ser um todo completo sem rodeios e lutas constantes, pelas quais apenas não são significativas.
Se entendo tudo? Entendo. Não coloco dúvidas. Mas revolta-me o facto de não conseguir resolver tudo de forma bem bela e redonda.
Amo muito o nosso Amor.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Que bela cafezada
enquanto se saboreia o gostinho amargo do café bem portugues,
dirigimos o olhar sobre a multidão.
Multidão esta, que vive ao seu ritmo...ás suas custas...como é obvio.
Cada passagem pela minha mesa, são milhares de raciocinios que trabalham.
Nem o tempo seco liberta a comunidade da rotina.
O chinelar nas calçadas,
o odor a perfume
o oculo de sol que transmite o charme
e o pormenor de mala a condizer com a calça e com o brinco.
Resumo...meus senhores...que a cidade de Evora é mulher.
Fina, Rica e orgulhosa.
Mesmo que nos transmite o exagero...nós olhamos para ela.
dirigimos o olhar sobre a multidão.
Multidão esta, que vive ao seu ritmo...ás suas custas...como é obvio.
Cada passagem pela minha mesa, são milhares de raciocinios que trabalham.
Nem o tempo seco liberta a comunidade da rotina.
O chinelar nas calçadas,
o odor a perfume
o oculo de sol que transmite o charme
e o pormenor de mala a condizer com a calça e com o brinco.
Resumo...meus senhores...que a cidade de Evora é mulher.
Fina, Rica e orgulhosa.
Mesmo que nos transmite o exagero...nós olhamos para ela.
sexta-feira, 24 de julho de 2009
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Em turbulência...
quinta-feira, 2 de julho de 2009
bela
bela e encatada...
o horizonte que planeja.
"é do osso meu bem"
nasceu para ser criada
por quem a quer tratar contigo também.
basta de arejos e foiçes
que o astro já vem limpo.
nesta hora bela
iremos festejar num cesto,
com o azeite no bimbo.
o horizonte que planeja.
"é do osso meu bem"
nasceu para ser criada
por quem a quer tratar contigo também.
basta de arejos e foiçes
que o astro já vem limpo.
nesta hora bela
iremos festejar num cesto,
com o azeite no bimbo.
sábado, 27 de junho de 2009
a sombra de uma mulher....
retirei da calçada
uma letra bem doce
não era feia, mas não encontrei significado algum.
passa o gafanhoto, louco e ternurento,
"é bela?"pergunta com o seu ar bem estranho,
não respondi.
reflecti, e coloquei a letra de novo sobre a pedra...
e retirei.me.
a sombra da mulher que a cobria
impedia...algo que ela própria,
simplesmente não queria ver.
uma letra bem doce
não era feia, mas não encontrei significado algum.
passa o gafanhoto, louco e ternurento,
"é bela?"pergunta com o seu ar bem estranho,
não respondi.
reflecti, e coloquei a letra de novo sobre a pedra...
e retirei.me.
a sombra da mulher que a cobria
impedia...algo que ela própria,
simplesmente não queria ver.
sábado, 16 de maio de 2009
Pare e observe.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
O orgulho que envolve o meu coraçao,
é bastante silencioso.
Sorri com palavras ausentes,
e canta com o som distante.
Falo de Évora,
terra de bons instintos.
Rica em fado malabarista
que cega o mais velho turista
de histórias bem sentidas.
Cada calçada aperta o dito romano no alentejano
e vende em mercado a sobrevivencia da época.
Não é na rua, mas sim o seu belo templo.
Um assougue!Vejam bem!
Católico e judeu.
Mouro e também eu.
é bastante silencioso.
Sorri com palavras ausentes,
e canta com o som distante.
Falo de Évora,
terra de bons instintos.
Rica em fado malabarista
que cega o mais velho turista
de histórias bem sentidas.
Cada calçada aperta o dito romano no alentejano
e vende em mercado a sobrevivencia da época.
Não é na rua, mas sim o seu belo templo.
Um assougue!Vejam bem!
Católico e judeu.
Mouro e também eu.
Assinar:
Postagens (Atom)

