segunda-feira, 11 de maio de 2009

O orgulho que envolve o meu coraçao,
é bastante silencioso.
Sorri com palavras ausentes,
e canta com o som distante.

Falo de Évora,
terra de bons instintos.
Rica em fado malabarista
que cega o mais velho turista
de histórias bem sentidas.

Cada calçada aperta o dito romano no alentejano
e vende em mercado a sobrevivencia da época.
Não é na rua, mas sim o seu belo templo.

Um assougue!Vejam bem!

Católico e judeu.
Mouro e também eu.

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