Antes demais...obrigado pelo coment.No entanto, basta que nós tenhamos a hipotese de poder observar o incrivelmente bonito num momento incrivelmente inesquecivel. Recomendo então, que se viva tudo de uma forma bela, nunca se sabe quando um dia poderemos ficar sem a felicidade.
Que acaso esse? Se a Natureza levou a que o Destino seguisse em torno do templo celebrando o que deixou simplesmente de existir. é de dura objecção a forte paulada que levamos por nós próprios. Sinto confiança para que nada mais seja destruido por minha meramente culpa. Mas...sob o confronto da luta pelo inocente e puro sofredor, não negando mesmo que isso coloquea felicidade interior e persuasiva. Não nego o quanto é belo, como referi mas retrocedo com um fim de puro amor desde o nascer.
A Natuteza, o Destino, o Acaso, o Dia de Amanhã, não devem (mas será que podem?) tirar a importância de querer viver, de querer amar, de respirar o belo. Mas... há que ter vontade.
É uma forma doce de sentir a vida.
ResponderExcluirGostei.
Gonçalo
Antes demais...obrigado pelo coment.No entanto, basta que nós tenhamos a hipotese de poder observar o incrivelmente bonito num momento incrivelmente inesquecivel.
ResponderExcluirRecomendo então, que se viva tudo de uma forma bela, nunca se sabe quando um dia poderemos ficar sem a felicidade.
Juntos, o bonito e o momento deviam ser a vida.
ResponderExcluirGostava que fosse assim.
Gonçalo
verdade ...mas quando o barco poderá atracar em bom porto?
ResponderExcluirHá o marinheiro... Há os ventos e as marés...
ResponderExcluirFinalmente há o acaso.
Que acaso esse?
ResponderExcluirSe a Natureza levou a que o Destino seguisse em torno do templo celebrando o que deixou simplesmente de existir.
é de dura objecção a forte paulada que levamos por nós próprios.
Sinto confiança para que nada mais seja destruido por minha meramente culpa.
Mas...sob o confronto da luta pelo inocente e puro sofredor, não negando mesmo que isso coloquea felicidade interior e persuasiva.
Não nego o quanto é belo, como referi mas retrocedo com um fim de puro amor desde o nascer.
A Natuteza, o Destino, o Acaso, o Dia de Amanhã, não devem (mas será que podem?) tirar a importância de querer viver, de querer amar, de respirar o belo.
ResponderExcluirMas... há que ter vontade.