sexta-feira, 24 de julho de 2009

...

sonhei
e
realizei.
o
que
me
deste?
cidade bela,
cidade antiga.

7 comentários:

  1. É uma forma doce de sentir a vida.
    Gostei.
    Gonçalo

    ResponderExcluir
  2. Antes demais...obrigado pelo coment.No entanto, basta que nós tenhamos a hipotese de poder observar o incrivelmente bonito num momento incrivelmente inesquecivel.
    Recomendo então, que se viva tudo de uma forma bela, nunca se sabe quando um dia poderemos ficar sem a felicidade.

    ResponderExcluir
  3. Juntos, o bonito e o momento deviam ser a vida.
    Gostava que fosse assim.
    Gonçalo

    ResponderExcluir
  4. verdade ...mas quando o barco poderá atracar em bom porto?

    ResponderExcluir
  5. Há o marinheiro... Há os ventos e as marés...
    Finalmente há o acaso.

    ResponderExcluir
  6. Que acaso esse?
    Se a Natureza levou a que o Destino seguisse em torno do templo celebrando o que deixou simplesmente de existir.
    é de dura objecção a forte paulada que levamos por nós próprios.
    Sinto confiança para que nada mais seja destruido por minha meramente culpa.
    Mas...sob o confronto da luta pelo inocente e puro sofredor, não negando mesmo que isso coloquea felicidade interior e persuasiva.
    Não nego o quanto é belo, como referi mas retrocedo com um fim de puro amor desde o nascer.

    ResponderExcluir
  7. A Natuteza, o Destino, o Acaso, o Dia de Amanhã, não devem (mas será que podem?) tirar a importância de querer viver, de querer amar, de respirar o belo.
    Mas... há que ter vontade.

    ResponderExcluir